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Neurociência aplicada à criação de conteúdo para EAD

 Combinar ideias de diferentes áreas é uma receita para o sucesso. Você pode fazer isso de diversas maneiras. Uma delas é aplicar neurociência à criação de conteúdo para educação a distância (EAD), tanto em peças de divulgação quanto em treinamentos e materiais educativos.

Ainda que você não seja o responsável direto pela criação, poderá coordenar os profissionais criativos seguindo estas orientações!

As descobertas da neurociência revelam comportamentos inconscientes das pessoas. Logo, se você conhece seu público-alvo, pode prever a reação dele a certos estímulos e criar conteúdo sob medida para gerar engajamento.

É claro que você não deve tomar esses achados como verdades absolutas. São referências extras para ajudar na criação de conteúdo para EAD. 

Boa parte das recomendações são do livro “Neuromarketing”, do públicitário Arthur Paredes, e valem para qualquer conteúdo do seu projeto de EAD: cursos, comunicados, infográficos, intranet, e-books, etc.

Apelo emocional

Toda mensagem deve ser clara e objetiva, mas isso não significa que deva ser fria e distante. É possível adicionar apelo emocional sem prejudicar a experiência do usuário. Pelo contrário, se bem feito, a mensagem ficará mais envolvente.

Algumas técnicas:

  • Usar exemplos reais do dia a dia do público-alvo.
  • Empregar palavras-chave comuns na linguagem dessas pessoas.
  • Contextualizar ao máximo em um cenário conhecido pelo usuário.

Ao se deparar com algo novo, incluindo conteúdo, nosso cérebro busca referências na memória para avaliar a novidade e lidar com ela. Então, se há exemplos, palavras e cenários comuns ao usuário, cria-se um vínculo com o conteúdo, o que desperta interesse e gera engajamento.

Exemplo:

Neste próprio artigo, desde o início estabelecemos uma comunicação direta com o pronome de tratamento “você”. Depois, ao citar a sua necessidade de criar (ou coordenar a criação de) conteúdo para EAD, nos ambientamos no seu mundo.

Suprimento de necessidades

O psicólogo Abraham Maslow propôs uma hierarquia das necessidades humanas, conhecida como Pirâmide de Maslow. A ideia é que o ser humano sempre age movido por desejos/necessidades de diferentes níveis. 

640px-Hierarquia das necessidades de Maslow.svg

Você pode estruturar o conteúdo baseando-se em qual ou quais necessidades ele vai suprir. 

Mostrando ao público em que aquele material será útil, você aumenta as chances de visualização. Além disso, fica mais fácil para você criar ou coordenar a criação com base em um objetivo definido: suprir uma necessidade do usuário. 

Exemplo:

Na primeira frase do artigo, citamos uma “receita para o sucesso”, pois supomos que você está em busca de novas informações para gerar bons resultados no seu trabalho. E isso significa segurança, estima e realização pessoal!

Ao longo do texto, seguimos cumprindo a expectativa criada no início, afinal, se não fosse por necessidade, provavelmente você não estaria aqui.

Diferenças de sexo

É válido explorar algumas diferenças psicológicas entre homens e mulheres. Então, se o público-alvo do seu projeto for majoritariamente masculino ou feminino, atente-se a estes detalhes ao criar conteúdo para EAD.

Mulheres:

  • Gostam de peças gráficas ricas em elementos visuais e cores.
  • Prezam mais pela segurança e sobrevivência.

Homens:

  • Preferem peças gráficas mais objetivas e limpas, com poucos elementos visuais.
  • Tendem a ser mais exibicionistas, sobretudo quanto à grandeza das conquistas.

A melhor maneira de aproveitar essas tendências de comportamento reveladas pela neurociência é combiná-las com as demais técnicas apresentadas: apelo emocional e suprimento de necessidades.

Exemplo:

Ao criar um comunicado de divulgação de curso voltado mais para homens, faça o design mais limpo, com poucas cores. O argumento para convencê-los a acessar o treinamento deve destacar o quanto eles se crescerão com aquele aprendizado, listando vantagens reais e contextualizadas.

Conclusão

Vale a pena aplicar neurociência à criação de conteúdo para EAD porque é mais um diferencial ao seu favor. Uma vez ciente de tais tendências de comportamento do seu público-alvo, haverá mais assertividade na criação de treinamentos e peças de divulgação. Que tal usar a ciência ao seu favor?

Compartilhe com seus colegas para você discutirem essas ideias! 

 

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